Este mês, os participantes da Confraria Brasileira de Enoblogs combinaram de recomendar um espumante cada um no dia 15. Todos os meu colegas confrades fizeram sua lição de casa, menos eu (é claro).
26 de dez. de 2008
Nieto Senetiner Brut Nature
Postado por Gabriel Aleixo às 00:24 2 comentarios
categorias: #nota 4.5/5, 25-30 R$, argentina, branco, espumante, pinot noir
7 de dez. de 2008
Norton Malbec DOC 2005
Já tomei este vinho mais de uma vez, mas ainda não tinha comentado aqui. Achei o vinho por R$25,90 desta vez, um preço ótimo. Promoção, talvez por estar envelhecendo.
16 de nov. de 2008
Alamos Reserve Tempranillo 2005
Trouxe este vinho de Buenos Aires, infelizmente ele não é vendido por aqui. Parece que a Bodega Catena só comercializa a linha Reserve na Argentina, e este é o único tempranillo que eles fazem. Paguei uns 35 pesos, se me lembro bem.
Postado por Gabriel Aleixo às 22:59 1 comentarios
categorias: #nota 4.5/5, 25-30 R$, argentina, tempranillo, tinto
28 de set. de 2008
Nieto Senetiner Malbec 2005
Tenho andado bem vagabundo com as atualizações do meu Blog, mas vamos lá!
Postado por Gabriel Aleixo às 22:06 2 comentarios
categorias: #nota 3.5/5, 25-30 R$, argentina, malbec, tinto
1 de set. de 2008
Alamos Sauvignon Blanc 2007
Postado por Gabriel Aleixo às 18:51 2 comentarios
categorias: #nota 3.5/5, 25-30 R$, argentina, branco, sauvignon blanc
28 de jun. de 2008
Casillero del Diablo Pinot Noir 2007
Comprei no Pão de Açucar, em promoção, por R$27. Achei o preço ótimo e queria muito provar o Pinot Casillero, visto que outros varietais dessa marca são muito bem feitos.
Postado por Gabriel Aleixo às 18:40 14 comentarios
categorias: #nota 1/5, 25-30 R$, chile, pinot noir, tinto
14 de mai. de 2008
Santa Rita 120 Cabernet Sauvignon 2005
Este vinho está se tornando bem manjando pelos supermercados aqui de São Paulo, inclusive ficando meio carinho. Paguei uns R$28 por essa garrafa, mas costuma custar um pouco mais de R$30.
Já tomei umas 3 garrafas deste vinho e sempre acho muito bom. Estou considerando este como uma escolha certeira nesta faixa de preço, de ótima qualidade e que agrada sempre a todos.
No copo, é um tinto bem profundo, cor purpura já um pouco cor de terra, com reflexos bem escuros cor de cereja. Tem muitas pernas densas, finas e longas com bastante viscosidade.
O bouquet é rico e frutado, com fruta intensa madura e escura como ameixas, cereja preta e até groselha. Tem uma presença marcante de pimentão, terra e madeira.
Ainda no olfato, o vinho evolui para alguns aromas secundários de baunilha, caramelo e couro. Acho que o couro é bem característico deste vinho, pelo menos depois de uns aninhos de garrafa
Na boca, preenche rapidamente toda a língua com corpo muito estruturado. Acidez presente e bem equilibrada com o açucar e taninos bem marcantes mas redondos. Retro-olfação com muita madeira e a acidez da ameixa preta (da casca da ameixa, sabe?).
O final é longo e apresenta especiarias, nozes, tostado. É um vinho rico em aromas e bastante encorpado, bem ao estilo Chileno. Vai super bem com pratos mais temperados, mas também é agradável de ser tomado só.
Postado por Gabriel Aleixo às 22:45 0 comentarios
categorias: #nota 4.5/5, 25-30 R$, cabernet, chile, tinto
30 de mar. de 2008
Terrazas de los Andes Malbec 2006
Postado por Gabriel Aleixo às 23:11 0 comentarios
categorias: #nota 4.5/5, 25-30 R$, argentina, malbec, tinto
1 de mar. de 2008
Alamos Pinot Noir 2007
Este é o vinho do mês da Confraria Brasileira dos Enoblogs. Outros blogs comentando este mesmo vinho podem ser acessados através dos links ao lado.
Postado por Gabriel Aleixo às 19:18 4 comentarios
categorias: #nota 4.5/5, 25-30 R$, argentina, pinot noir, tinto
1 de dez. de 2007
Trivento Reserve Shiraz-Malbec 2005
Fui atrás deste vinho, para participar da degustação, e encontrei na Expand do Shopping Vila Lobos, em São Paulo. Custou R$30,94.
No copo, é um tinto escuro, um pouco sombrio, cor de framboesa olhando na luz. Os reflexos são rosados, de vinho ainda jovem. Lágrimas muito longas, lentas e espaçadas.
O aroma, de início, é vegetal, fresco, mas que é imediatamente cortado por algo tostado, mais quente e redondo. Tem algumas notas de temperos, como cerefolio, e a madeira fazendo o "fundo". No geral, não achamos que tenha uma bouquet especialmente marcante. É redondo.
Já na boca é outra história. O primeiro ataque surpreende pela força dos taninos, realmente agressivos na língua. Deixa a boca seca e faz salivar, além de ter um final meio amargo, acredito que vindo do tanino também.
O segundo gole é mais suave, deu pra perceber melhor a estrutura do vinho. Tem pouquíssima fruta, acidez também moderada, parece que ambas ficam escondidas pelos taninos. Apesar da viscosidade no copo, não tem muito corpo e a persistência é puramente do tanino.
Enfim... No geral, não agradou muito. Apesar de gostar de vinho com taninos firmes, este está muito bruto, amargando a língua, e falta brilho e vida, que viriam de mais acidez e mais fruta. É um vinho para se servir com carnes com molhos bem escuro, pratos de sabor forte. Nós provamos o vinho sozinho.
Não acho que vale os R$30,00
O que mais gostei - não sei... Acho que o aroma meio torrado, meio de ervas.
Minha nota: 2/5
26 de nov. de 2007
Alamos Malbec - Drops 2
Segundo Drops de hoje:
Alamos, vinhaço! Compre, prove, aprecie, vale a pena. (olha ele aqui: http://www.mistral.com.br/product.aspx?idDept=0&idProduct=15755)
Tomei ontem à noite em um jantar de família. Não deu pra degustar com calma, mas de cara o vinho surpreendeu.
Muito corpo, taninos firmes, bouquet aberto e fresco.
Vou comprar e provar com calma, certamente.
21 de out. de 2007
Finca Don Domenico de Huanacache Bonarda 2003
Trata-se de um vinho Argentino varietal feito com a uva Bonarda. Apesar de não ser um varietal facilmente encontrado no Brasil, a Bonarda é uma das castas mais cultivadas na Argentina.
O que acontece é que, até pouco tempo atrás, era usada somente em vinhos de mesa mais simples e não dava bons varietais. Recentemente, começaram a investir em vinhos de melhor qualidade com esta uva.
Paguei uns R$27 por esta garrafa no Carrefour. (acabei não fotografando a garrafa, então vai aí etiqueta que encontrei no site do produtor, mesmo sendo de um syrah...)
Este vinho é um tinto muito profundo, com reflexos cor de cereja já um pouco alaranjados, denotando a idade da garrafa, e longas e lentas lágrimas.
O nariz muito complexo mesclando frutas escuras como ameixa preta, um aroma adocicado de compota de frutas, terra e folhas umidas. Este últimos, apesar de menos frescos, acrescentaram ao todo e não incomodaram.
Na boca apresentou bom corpo com um primeiro ataque bem ácido e muito marcante. Os taninos, muito presente mas agradáveis - para o meu gosto - não chegam a superar a acidez, que é o elemento predominante no paladar.
O álcool também é muito presente, esquentando um pouco o pálato. A retro-olfação revelou o aroma da uva com ameixas vermelhas. Os aromas mais sutis de terra foram envolvidos pela intensidade do vinho e não apareceram mais.
No geral, é um vinho muito intenso e com grande acidez, o que o torna um vinho surpreendente e diferente de muito do que se encontra, principalmente nos Chilenos. Acredito que se harmonizaria muito bem com pratos bem gordos, queijos derretidos, um fondue...
Sozinho, achei um pouco ácido de mais, mas muito saboroso.
Vale os R$27
O que mais gostei - do bouquet, complexo, mostrando a evolução do vinho nestes 4 anos.
Minha nota: 4/5


